segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Atualidades - O polêmico grupo que poderia ajudar a derrotar o 'Estado Islâmico' na Síria

 Um grupo de entre 10 a 20 mil combatentes na Síria tem despontado como um "aliado" involuntário do Ocidente.
Trata-se do Ahrar al Sham (Homens Livres da Síria), que luta contra o presidente Bashar al-Assad e o autoproclamado Estado Islâmico (EI) e que pode ter um papel-chave na sangrenta guerra que já dura quatro anos no país.
Segundo analistas, o grupo se tornou uma das organizações mais poderosas em combate na Síria.
"Desde que surgiram em 2011 no noroeste do país, conseguiram ter um enorme impacto no campo de batalha", diz a revista The Economist. "E logo outros grupo queriam se unir a eles."

Influência

O Ahrar al Sham não apenas se estabeleceu como força militar importante, como também uma força política organizada com aliados-chave na região – Turquia e Catar.
Mas os Estados Unidos e seus aliados se recusam a dialogar com eles, argumentando que o grupo é baseado na militância islâmica e que seus líderes tiveram vínculos com a Al-Qaeda.
"O Ahrar al Sham faz parte de uma ampla coalizão síria de grupos da oposição, a Frente Islâmica. E dentro dela é a força mais poderosa e mais bem organizada", explica o correspondente da BBC no Oriente Médio, Jim Muir.
"O grupo quer ver a lei islâmica estabelecida na Síria, mas deixou claro que seus objetivos são muitos diferentes dos do 'EI', a quem considera inimigo."
Em abril, o porta-voz do Departamento de Estado John Kirby disse que os Estados Unidos "não trabalharam nem ofereceram nenhum ajuda ao Ahrar al Sham".
"Os Estados Unidos apoiam grupos de oposição sírios moderados. Ainda que os EUA não tenham designado o Ahrar al Sham como uma organização terrorista estrangeira, seguimos tendo preocupações com as relações do grupo com organizações extremistas", disse Kirby.

Apelos

Recentemente o Ahrar al Sham tem feito apelos, sem sucesso, a Washington e a Londres para considerarem uma aproximação na luta contra o 'EI' e encontrar uma solução para a Síria.
Em julho, tanto o Washington Post (EUA), como o Daily Telegraph (de Londres) publicaram longos artigos opinativos assinados por Labib al Nahhas, "diretor de Relações Exteriores" do grupo.
Em seus artigos, Al Nahhas fala do "grande fracasso" dos governos britânico e americano em tomar ações militares contra Assad e das consequências dessa indecisão.
"O resultado: um número de mortos que se calcula entre 200 mil e 300 mil pessoas, mais de 11 milhões de deslocados e inúmeras cidades em ruínas", disse Nahhas em seu artigo, intitulado "As consequências letais de rotular erroneamente os revolucionários da Síria", para o Washington Post.
"Não se determinou uma estratégia clara, as chamadas 'linhas vermelhas' do governo de Obama não foram cumpridas. As medidas de curto prazo baseadas nas experiências no Iraque e no Afeganistão, juntamente com o ruído gerado por veículos obcecados com o 'EI', ganharam prioridades sobre objetivos a serem alcançados a longo prazo."
"Em nenhum momento, esse fracasso é mais claro do que na consequência de rotular de forma errada os revolucionários sírios como 'moderados' ou 'extremistas'", afirma.

Aproximação

Nem Londres nem Washington atenderam ao chamado de Nahhas.
Mas diante da realidade síria, com uma guerra civil cada vez mais complexa, com refugiados sírios chegando às fronteiras europeias e com avanços do 'EI', alguns analistas se perguntam se não chegou o momento de unir forças com o Ahrar al Sham.
Robert Ford, que foi embaixador dos EUA na Síria entre 2010 e 2014 e agora é membro do Middle East Institute (centro de estudos especializado no Oriente Médio baseado em Washington), acredita que "sim, chegou o momento de falar com o Ahram al Sham".
"O Ahrar é uma força-chave no campo de batalha, mas eles tem tido pouco espaço nos meios (de comunicação) ocidentais, e são descritos como 'linha dura' ou 'jihadista'", escreveu Ford em um artigo para o instituto.
O ex-diplomata deixou claro que não defende dar apoio material ou militar ao grupo, mas que "dada sua proeminência no campo de batalha no norte e no centro, terá um papel muito importante em qualquer negociação de paz".
"Deveríamos encontrar um canal para começar a falar com eles. O atual enfoque do governo (americano) em relação à Síria está fragmentando o país."
Tudo indica que a Síria não enfrenta apenas uma batalha entre Assad e o 'EI'. Também está em jogo quem, entre as centenas de grupo da oposição, pode ganhar apoio do Ocidente.
Como disse um ativista sírio ao New York Times: "Nós costumávamos buscar os melhores aliados possíveis. Mas agora temos os extremistas islâmicos (EI) e o Ahrar al Sham. Assim, elegemos o Ahrar."
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150831_siria_ahrar_mdb

Atualidades - Irã assina acordo nuclear; veja principais pontos


O acordo sobre o programa nuclear iraniano, assinado no dia 14 de julho em Viena após 21 meses de negociações, está incluído num documento com aproximadamente 100 páginas, um texto principal e cinco anexos. Segundo a delegação francesa, citada pelo diário Le Monde, as principais linhas do acordo entre Teerã e o Grupo 5+1 (Estados Unidos, China, Reino Unido, França e Rússia, e Alemanha) – num processo que se arrastava há 12 anos, preveem:

Limitar o enriquecimento de urânio
O objetivo principal consiste em pôr em prática severas restrições para garantir que o break-out, o tempo necessário para produzir urânio enriquecido que permita fabricar uma bomba atômica, seja de pelo menos um ano e durante uma duração de dez anos.

Limitar a produção de plutônio
O plutônio é, com o urânio, a outra matéria fóssil que pode ser usada na fabricação de uma bomba atômica. O acordo de Viena estipula que o reator da central de água pesada de Arak será modificado para não produzir plutônio com poder militar.

Reforçar as inspeções
Era um dos pontos mais delicados das negociações. Será aplicado um regime reforçado de inspeções durante toda a duração do acordo, e mesmo para além em relação a certas atividades. A Agência internacional de energia atómica (AIEA) poderá assim verificar durante 20 anos o parque de centrifugadoras e durante 25 anos a produção de concentrado de urânio ('yellow cake'). O Irão compromete-se em aplicar, e depois ratificar, o protocolo adicional da Aiea, que permite inspeções intrusivas.

Terminar com as sanções
O principal objetivo dos iranianos consistia em obter o fim das múltiplas sanções (da Organização das Nações Unidas, Estados Unidos e Europa) que prejudicam o desenvolvimento do país. As sanções adotadas pela União Europeia e EUA dirigidas aos setores financeiro, energia e do transporte iranianos seriam levantadas a partir da aplicação pelos iranianos dos seus compromissos, atestados por um relatório da Aiea. O mesmo procedimento será aplicado para anular as seis resoluções adotadas pelo Conselho de Segurança da ONU contra o Irã desde 2006.

Manter o embargo de armas
Mantêm-se as sanções relativas aos mísseis balísticos e às importações de armas ofensivas. A transferência de materiais sensíveis que possam contribuir parra o programa balístico iraniano também será proibida durante oito anos, salvo autorização explícita do Conselho de Segurança da ONU.
O texto não prevê o fim do programa iraniano, como admitido no início das primeiras negociações entre 2003 e 2005, conduzidas pelos europeus.
As infraestruturas iranianas também passam a ser vigiadas mais de perto para impedir Teerã de iniciar uma corrida clandestina à bomba atômica.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-07/ira-assina-acordo-nuclear-veja-principais-pontos

Atualidades - Índia vai superar a China e se tornará o país mais populoso em 2022

A tendência demográfica que a ONU apresenta em um relatório publicado esta quarta-feira confirma o crescimento desigual, entre países e continentes, da população global. O documento, elaborado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Organização das Nações Unidas, mostra que a África terá índices de crescimento demográficos superiores aos da Ásia, e que a Índiaultrapassará a China como o país mais populoso do mundo em 2022, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes.
A superação da China vai significar que a população da Índia representará 19% da população mundial em 2050, enquanto que a China terá 18%. Atualmente, cerca de 1,31 bilhão de pessoas vivem na Índia, em comparação com os 1,38 bilhão da China; uma diferença que vai desaparecer nos próximos sete anos.

A África será o continente com o maior crescimento demográfico, e aNigéria, o país cuja população vai aumentar mais rapidamente. Segundo as projeções da ONU, em menos de quarenta anos a Nigéria poderia ter mais habitantes que os Estados Unidos. Segundo a ONU, o país africano vai passar dos atuais 182 milhões de habitantes para mais de 262 milhões em 2030, e a quase 400 milhões em 2050; enquanto que os Estados Unidos vão continuar crescendo, só que mais lentamente, e em 2050 sua população é estimada em cerca de 389 milhões.
Os especialistas da ONU destacaram a relação existente entre o crescimento demográfico e as taxas de desenvolvimento de cada país. Nas próximas décadas, a maioria da população do mundo vai se concentrar principalmente em países como Índia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Etiópia, Indonésia e Uganda. Todos os lugares onde é “cada vez mais difícil erradicar a pobreza e a desigualdade, ou combater a fome e a desnutrição”, como indicou em um comunicado John Wilmoth, diretor do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU. Trata-se, explicou, de assuntos cuja solução é “crucial para o sucesso da nova agenda de desenvolvimento sustentável desenvolvida pela Organização das Nações Unidas”.
O crescimento da população será acompanhado por um aumento da idade média e da redução das mortes infantis no mundo. Melhorar a expectativa de vida é um dos objetivos da ONU. Seus analistas afirmaram que nos últimos quinze anos a mortalidade de crianças menores de cinco anos caiu mais de 30% em 86 países, e em 13 países a queda foi de mais de 50%.
“A compreensão das mudanças demográficas que podem acontecer nos próximos anos, assim como os desafios e oportunidades apresentados para conseguir o desenvolvimento sustentável, são fundamentais para a implementação da agenda de desenvolvimento das Nações Unidas”, disse Wu Hongbo, secretário do departamento que elaborou o relatório.
De acordo com projeções, o número de pessoas com 60 anos ou mais vai duplicar até 2050 e triplicar em 2100. A Europa é o continente com as maiores taxas de envelhecimento, com um aumento de 34% em 2050 de pessoas com mais de 60 anos.

De 7,3 bilhões para 8,5 bilhões em 2030

Espanha
A população na Espanha, país hoje com 46,1 milhões de habitantes segundo a ONU, vai recuar para 45,9 milhões em 2030 e 44,8 em 2050. Durante a segunda metade do século, vai ficar abaixo dos 40 milhões.
América Latina e Caribe
A população na América Latina e Caribe vai passar dos atuais 634 milhões para 721 milhões em 2030 e 784 milhões em 2050. Depois, vai começar a diminuir, voltando para cerca de 721 milhões no final do século.
Estados Unidos
Nos EUA vivem atualmente quase 322 milhões de pessoas. Nos próximos anos, sua população vai continuar crescendo, embora mais lentamente.
África
No geral, vai passar de 1,18 bilhão de pessoas hoje para 2,47 bilhões em 2050 e cerca de 4,38 em 2100.

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/29/internacional/1438196192_156373.html

Atualidades - Governo dos Estados Unidos anuncia plano para reduzir emissão de carbono


O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou hoje (3) um plano que pretende reduzir em 32% a emissão de carbono das centrais termoelétricas até 2030. O chamado Plano Energia Limpa, ou Clean Power Plan, propõe um cronograma de ações para minimizar o impacto do aquecimento global no mundo.
Obama manteve o discurso já adotado, anteriormente, em defesa de adaptação às mudanças climáticas. “Não há maior ameaça para as futuras gerações do que as alterações do clima, e isso também é uma ameaça à segurança dos Estados Unidos”, afirmou.
Se for atingida, a meta de 32% de redução deverá fazer com que as centrais termoelétricas voltem aos níveis de emissão de dióxido de carbono emitidos em 2005.
Durante a apresentação do plano, em uma cerimônia na Casa Branca, Obama disse que as termoelétricas são responsáveis por um terço da contaminação total por carbono em território norte-americano, e que, por isso, a decisão é considerada uma das mais importantes tomadas até agora pelo país.
Entretanto, o plano precisa do apoio do Congresso, majoritariamente republicano na atual legislatura. Alguns senadores já se posicionaram de forma contrária a adoção das medidas alegando que haverá redução de postos de trabalho e que os custos serão muito elevados para a economia norte-americana.
Ao apresentar o plano, Obama rebateu os argumentos já conhecidos e disse que as mudanças climáticas são um problema para as futuras gerações. “Não há um plano B neste assunto. Temos que nos adaptar”, afirmou.
Além disso, o presidente disse que as empresas terão tempo e um cronograma “flexível” para se adaptarem às novas normas fixadas. O plano anunciado por Obama era esperado dentro do país e também pela comunidade internacional, em um momento em que as Nações Unidas se preparam para a Conferência do Clima de Paris, a COP 21.
O evento será realizado em dezembro, e os países do mundo tentaram, mais uma vez, assinar um protocolo global e um plano conjunto para combater os efeitos das mudanças climáticas.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-08/governo-dos-estados-unidos-anuncia-plano-para-reduzir-emissao-de

Atualidades - Coreia do Norte atrasa relógio em meia hora para fixar hora oficial



A Coreia do Norte anunciou no dia (7) que pretende criar um fuso horário próprio a partir da semana que vem. O horário oficial será atrasado em 30 minutos no próximo dia 15 de agosto (passando a GMT +8h30), data em que o país vai celebrar os 70 anos da libertação do domínio colonial japonês.
O fuso GMT +8h30 era o horário de toda a Coreia até 1912 e foi adiantado em meia hora pelo Império Japonês, que dominou a península entre 1910 e 1945. Atualmente, Coreia do Sul, Japão e Coreia do Norte têm o mesmo fuso.
"A instituição de um horário próprio de Pyongyang servirá para erradicar de vez a memória do passado colonial", informou a agência de notícias local KCNA. A agência também disse que a decisão de "privar a Coreia do Norte de seu horário é um dos crimes imperdoáveis cometidos pelos imperialistas japoneses."
A notícia, no entanto, foi recebida com ressalvas pela vizinha Coreia do Sul. "É provável que a medida provoque problemas às pessoas que frequentam a zona industrial de Kaesong", disse o porta-voz do Ministério da Unificação, Jeong Joon-hee.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-08/coreia-do-norte-atrasa-relogio-em-meia-hora-para-fixar-sua-propria

Atualidades - Sérvia e Macedônia exigem plano da União Europeia para gerir crise de refugiados


A Sérvia e a Macedônia exigiram hoje (27) mais ajuda e um plano da União Europeia (UE) para gerir a crise humanitária causada pela grande número de refugiados que passam por esses países para alcançar a Europa Ocidental.
“Este é um problema da UE, mas é a nós que exigem um plano de ação. No entanto, antes disso, a própria UE deveria ter um plano”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros sérvio, Ivica Dacic, em coletiva de imprensa, antes do início de uma cúpula regional sobre os Balcãs, em Viena, na Áustria.
“A menos que encontremos uma resposta europeia, não deveríamos ter a ilusão de que isso pode ser resolvido”, disse o ministro de Relações Exteriores da Macedônia, Nikola Poposki, adiantando que seu país recebe diariamente cerca de 3 mil pessoas que vêm da Grécia, país membro da União Europeia.
A Macedônia e a Sérvia não são membros da UE e têm o estatuto de “países em via de adesão”. Milhares de refugiados das guerras no Oriente Médio, sobretudo sírios e iraquianos, além de afegãos, cruzaram os Balcãs nas últimas semanas tentando chegar à Europa Ocidental.
A Hungria, que tem fronteira com a Sérvia, é o primeiro país de uma zona de livre circulação comunitária, chamada espaço Schengen, a partir do qual os refugiados tentam alcançar outros países, sobretudo Alemanha e Suécia.
Dacic classificou a situação atual de a “pior crise de refugiados desde a 2ª Guerra Mundial” e acusou alguns países de terem causado os problemas nas áreas de conflito de onde vêm os refugiados.
O chefe da diplomacia austríaco e anfitrião da cúpula, Sebastian Kurz, acusou as autoridades gregas de deslocarem deliberadamente os refugiados para o Norte da Grécia, de onde passam para a Macedônia, a Sérvia e a Hungria.
“Temos de ser autocríticos. É uma vergonha que um país da UE deixe passar todos os dias refugiados para um país não membro do bloco”, disse Kurz.
“Devemos ter uma solução comum, senão cada vez mais países tomarão medidas unilaterais que vão contra a ideia de uma Europa sem fronteiras. E essa ideia tem por base a segurança das fronteiras externas da UE”, adiantou.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-08/servia-e-macedonia-exigem-plano-da-uniao-europeia-para-gerir-crise-de

Atualidades - Primeiro reator da central de Fukushima é religado, quatro anos após acidente



O primeiro reator nuclear foi hoje (11/08) reativado no Japão, mais de quatro anos depois do acidente na central de Fukushima, que suspendeu a atividade em todas as centrais do país desde setembro de 2013.
“O reator número 1 da central de Sendai – a 1 mil quilômetros a sudoeste de Tóquio – foi religado às 10h30 locais (22h30 de ontem em Brasília), disse à AFP um porta-voz da empresa Kyushu Electric Power.
Na sexta-feira (14), o reator deve começar a gerar eletricidade que será explorada comercialmente a partir de setembro, segundo a companhia.
A reativação de Sendai, no Sudoeste do país, ocorre depois que o governo japonês defendeu a necessidade de retomar a produção de energia nuclear para estimular o crescimento econômico, apesar de a maioria da população do país rejeitar a medida por receio de que se repita um desastre como o de Fukushima, em 2011.
Hoje mesmo cerca de 200 pessoas concentraram-se em frente  à central de Sendai, no extremo sul da ilha de Kyushu, e protestaram contra a reativação do reator 1, informou a estação pública do Japão NHK. Em Tóquio, grupos de pessoas também se manifestaram contra a decisão em frente ao parlamento.
O tremor de magnitude 9 na escala Richter e consequente tsunami, que devastaram o nordeste do Japão em 11 de março de 2011, deixaram mais de 18 mil mortos e desaparecidos e causaram na central de Fukushima Daiichi o pior acidente nuclear desde Chernobil, na Ucrânia, em 1986.
As emissões e derramamentos resultantes do acidente fez com que milhares de pessoas que viviam próximas à central se mudassem e afetou gravemente a agricultura, pecuária e pesca locais.
O desmantelamento da central de Fukushima Daiichi é um processo complexo que vai levar no total entre três e quatro décadas.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-08/primeiro-reator-da-central-de-fukushima-e-religado-quatro-anos-apos

Atualidades - População brasileira supera os 204 milhões



A população brasileira superou a marca dos 204 milhões de habitantes neste ano. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas hoje (28/08) no Diário Oficial da União, o país tinha, em 1° de julho, 204.450.649 habitantes. No ano passado, a população estimada era 202.768.562.
O IBGE também divulgou as populações das 27 unidades da Federação e dos municípios brasileiros. O estado mais populoso do país, São Paulo, tem 44,4 milhões de pessoas. Mais cinco estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (20,87 milhões), Rio de Janeiro (16,55 milhões), Bahia (15,2 milhões), Rio Grande do Sul (11,25 milhões) e Paraná (11,16 milhões).
Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (505,7 mil), Amapá (766,7 mil) e Acre (803,5 mil).
As demais unidades da Federação têm as seguintes populações: Pernambuco (9,34 milhões), Ceará (8,9 milhões), Pará (8,17 milhões), Maranhão (6,9 milhões), Santa Catarina (6,82 milhões), Goiás (6,61 milhões), Paraíba (3,97 milhões), Amazonas (3,94 milhões), Espírito Santo (3,93 milhões), Rio Grande do Norte (3,44 milhões), Alagoas (3,34 milhões), Mato Grosso (3,26 milhões), Piauí (3,2 milhões), Distrito Federal (2,91 milhões), Mato Grosso do Sul (2,65 milhões), Sergipe (2,24 milhões), Rondônia (1,77 milhão) e Tocantins (1,51 milhão).

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-08/populacao-brasileira-supera-os-204-milhoes

Atualidades - Nível do mar subiu em média 8 centímetros desde 1992


O nível do mar subiu, em média, quase 8 centímetros em todo o mundo desde 1992 devido ao aquecimento global, informou nessa quarta-feira (26/08) a Agência Especial Norte-Americana (Nasa, a sigla em inglês), alertando que a tendência deverá manter-se nos próximos anos.
Um grupo de cientistas da agência apresentou os mais recentes dados sobre o aumento do nível da água do mar em todo o mundo – que foi, em média, 7,62 centímetros superior ao de 1992 –, apesar de o panorama variar em diferentes regiões. Em alguns casos, o nível chegou a superar os 22 centímetros.
A Nasa também publicou um vídeo, com os dados obtidos pelos seus satélites, em que se verifica, por uma gradação de cores, a evolução em cada parte do mundo nos últimos 23 anos.
As costas da Ásia e Oceania, no Pacífico, juntamente com o Mediterrâneo Oriental e a costa da América foram as mais prejudicadas pela subida do nível do mar.
O aquecimento global, provocado principalmente pela atividade humana, é o principal culpado pelo aumento do nível dos oceanos e dos mares, na medida em que é responsável pelo degelo da Antártida e pela subida da temperatura da água.
“É muito provável que a situação piore no futuro”, alertou Steve Nerem, geofísico da Universidade do Colorado, durante a apresentação dos dados.
Os cientistas alertaram que, mesmo que sejam tomadas medidas para tentar reverter a situação, seriam necessários séculos para voltar aos níveis anteriores às alterações climáticas.
A subida do nível da água do mar põe em risco o futuro de inúmeras cidades e povoações costeiras, ameaçando fazer desaparecer uma série de ilhas e, no caso do Pacífico em especial, países inteiros.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-08/nivel-do-mar-subiu-em-media-8-centimetros-desde-1992

Vestibular - Geopolítica

 Questões de vestibular


1- A charge acima foi publicada no site do escritor, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes, Para o autor do desenho, a globalização é um processo:
a) Assimétrico na medida em que permite melhor e mais justa distribuição da riqueza mundial.
b) Simétrico na medida em que permite maior interação econômica entre as mais distantes regiões do planeta.
c) Excludente, uma vez que aprofunda o abismo entre nações de diferentes níveis de desenvolvimento econômico.
d) Integrador, uma vez que favorece os países pobres em detrimento das nações mais desenvolvidas.
e) Regional na medida em que fortalece a posição das nações do hemisfério sul enfraquecendo geopoliticamente as nações do hemisfério norte.


2- Analise o fragmento de texto com atenção:



"Uma das características do processo de globalização é a criação de uma rede de conexões, que deixam as distâncias cada vez mais curtas, facilitando as relações culturais e econômicas de forma rápida e eficiente."



Tal aspecto do processo de globalização se enquadra mais especificamente dentro do conceito de:
a) Produção horizontal flexível
b) Aldeia Global
c) Abertura Comercial
d) Integração regional
e) Internacionalização do capital


3 - "O ritmo de crescimento da cidade de São Paulo tem diminuído no decorrer das últimas décadas. Atualmente, o município tem 10,9 milhões de habitantes, segundo levantamento divulgado (...) pela Fundação Sistema de Análise de Dados de São Paulo (Sedae)." 
Jornal o Estado de São Paulo, 24/01/2008)



Podem ser apontados como causa dessa diminuição do crescimento da metrópole paulistana, todos os fatores abaixo, com exceção de:
a) A queda na taxa de fecundidade nas últimas décadas.
b) A inversão do fluxo migratório, que, nesse período, tornou-se negativo, com maior volume de saídas do que de entradas de migrantes.
c) A desindustrialização da metrópole com a fuga de indústrias para o interior do estado.
d) O aumento da taxa de mortalidade em função do envelhecimento acelerado da população metropolitana.
e) O aumento da violência e da insegurança, que vem caracterizando o cotidiano dos moradores, bem como a queda na qualidade de vida.

4 - "Antonio, 27 anos, chegou sozinho a São Paulo em meados da década de 1970, vindo do interior da Bahia. Ele arranjou colocação em uma metalúrgica em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, onde já trabalhava um primo. Com registro na carteira de trabalho, ganhou segurança e mandou buscar a mulher e os cinco filhos pequenos. Progrediu na profissão. Eles moravam numa casinha boa na própria cidade. O emprego garantiu o básico, as crianças cresceram, foram para a escola, mas apenas duas terminaram os estudos. A filha mais nova casou-se e mudou-se para Goiás com a família do marido.
Chegaram tempos difíceis com o fechamento da fábrica, que acabou se instalando em outro estado. Antonio equilibrou-se entre o desemprego e os trabalhos temporários, enquanto os filhos adultos procuravam um rumo para a vida." 


O texto fala do fechamento da fábrica em que Antonio trabalhava que acabou se instalando em outro estado. Dos fatores abaixo relacionados, assinale aquele que pode ser considerado como um dos causadores dessa fuga de fábricas paulistas em direção a outros estados.
a) Queda na qualificação profissional do trabalhador paulista, o que repercute na perda de competitividade das empresas.
b) Incapacidade das indústrias paulistas de acompanharem as inovações tecnológicas da chamada revolução técnico-científica.
c) A logística de transportes deficiente em função da inexistência de uma rede rodo-ferroviária que integre o interior do estado até os portos.
d) O aumento da violência e dos níveis de poluição e a falta de terrenos disponíveis para a instalação de novas plantas industriais.
e) A política do governo paulista de incentivar atividades do setor terciário em detrimento da indústria.


5 - "Antonio, 27 anos, chegou sozinho a São Paulo em meados da década de 1970, vindo do interior da Bahia. Ele arranjou colocação em uma metalúrgica em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, onde já trabalhava um primo. Com registro na carteira de trabalho, ganhou segurança e mandou buscar a mulher e os cinco filhos pequenos. Progrediu na profissão. Eles moravam numa casinha boa na própria cidade. O emprego garantiu o básico, as crianças cresceram, foram para a escola, mas apenas duas terminaram os estudos. A filha mais nova casou-se e mudou-se para Goiás com a família do marido.



Chegaram tempos difíceis com o fechamento da fábrica, que acabou se instalando em outro estado. Antonio equilibrou-se entre o desemprego e os trabalhos temporários, enquanto os filhos adultos procuravam um rumo para a vida." 



O texto fala ainda que Antonio, após o fechamento da fábrica em que trabalhava, acabou se equilibrando entre o desemprego e os trabalhos temporários. O número de indivíduos nas grandes metrópoles latino-americanas que se dedicam a atividades temporárias sem vínculos trabalhistas e empregatícios vem crescendo significativamente nas últimas décadas. Tal fenômeno é classificado como:
a) Emprego sazonal
b) Emprego setorial
c) Subemprego
d) Desemprego conjuntural
e) Desemprego estrutural


6 -"Antonio, 27 anos, chegou sozinho a São Paulo em meados da década de 1970, vindo do interior da Bahia. Ele arranjou colocação em uma metalúrgica em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, onde já trabalhava um primo. Com registro na carteira de trabalho, ganhou segurança e mandou buscar a mulher e os cinco filhos pequenos. Progrediu na profissão. Eles moravam numa casinha boa na própria cidade. O emprego garantiu o básico, as crianças cresceram, foram para a escola, mas apenas duas terminaram os estudos. A filha mais nova casou-se e mudou-se para Goiás com a família do marido.



Chegaram tempos difíceis com o fechamento da fábrica, que acabou se instalando em outro estado. Antonio equilibrou-se entre o desemprego e os trabalhos temporários, enquanto os filhos adultos procuravam um rumo para a vida." 



O texto ainda nos fala que a filha mais velha de Antonio casou-se e mudou-se para Goiás. Um dos fatores que permitiu a região Centro-Oeste transformar-se numa área de atração populacional nas últimas décadas certamente foi:
a) O processo de desindustrialização da região que permitirá o surgimento de novas oportunidades no meio rural.
b) A expansão da nova fronteira agrícola na região ocorrido nas últimas décadas.
c) Os estímulos oferecidos pelos governos estaduais interessados em fomentar o povoamento da região.
d) O crescimento do turismo regional e das atividades culturais nos grandes centros que permitiram um crescimento significativo de empregos no setor terciário nos grandes centros urbanos.
e) A diminuição dos conflitos fundiários em função do sucesso da política de assentamento de milhares de famílias o que acabou por inviabilizar a grande propriedade agrícola na região.


7 - Os conflitos recentes ocorridos no Irã em relação à reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, mais uma vez, provocaram profundas inquietações no mundo ocidental.



A principal preocupação que cerca o governo de Ahmadinejad é:
a) Sua incapacidade de implantar um regime democrático no Irã conforme compromisso assumido em sua plataforma eleitoral.
b) Pela sua postura de empreender reformas que levem à implantação de um governo marxista no país que é vital para o abastecimento de petróleo ao ocidente.
c) Pela possibilidade do país acabar rompendo com a OPEP com a redução de sua produção petrolífera o que poderia provocar um novo choque do petróleo.
d) Pela sua disposição de formalizar um tratado de paz e cooperação com a China em detrimento das potências ocidentais.
e) Pelo projeto de levar adiante o programa nuclear do país que fechou acordo com a Rússia para fornecimento de urânio enriquecido o que pode propiciar no futuro o acesso à armas nucleares.

8- Nos anos 90, as maiores taxas de crescimento demográfico ocorriam na África e na América Latina. De acordo com a tendência apresentada por diversas nações desses continentes, pode se afirmar que:
a) Não há relação entre o crescimento natural da população e o nível de desenvolvimento econômico de um país.
b) As taxas de crescimento natural da população de um país não interferem no seu desenvolvimento econômico e social.
c) Quanto maior o desenvolvimento econômico de um país, maior será a taxa de crescimento natural da população em função do melhor poder aquisitivo das famílias.
d) Quanto menor o desenvolvimento econômico de um país, menor será o crescimento natural de sua população em função da maior taxa de mortalidade decorrente das precárias condições de vida.
e) O maior nível de desenvolvimento econômico fará a taxa de crescimento natural da população diminuir, fruto de melhores condições de saúde e educação.


9- "A produção agrícola na China sofre com as variações climáticas e as limitações de seu território."



A frase se reporta principalmente:
a) Ao fato de boa parte do território chinês ser coberto por uma camada de gelo em função de suas altas latitudes.
b) Ao fato da parte ocidental do território chinês ser dominada por grandes desertos o que inviabiliza a prática agrícola e os excessos de chuvas ocasionais na parte litorânea.
c) Ao fato do clima de monções atingir todo o território chinês e provocar via de regra, constantes inundações.
d) À inexistência de rios com volume de água suficiente para a prática agrícola e irrigação.
e) Ao fato dos rios chineses serem todos temporários em função das longas estiagens o que inviabiliza a prática agrícola nesses períodos.


10- 

Fonte: FAO/The Economist



A análise do gráfico acima nos permite afirmar que:
a) A teoria malthusiana estava correta ao afirmar que a população cresceria geometricamente, enquanto a produção tenderia a crescer aritmeticamente.
b) Confirma as teses demográficas que justificam a drástica redução das taxas de crescimento populacional como solução para a crise alimentar que acomete o planeta.
c) Comprova que mais do que o crescimento demográfico, é a má distribuição dos recursos produzidos o principal fator responsável pela fome no mundo.
d) Demonstra que as novas tecnologias aplicadas à agropecuária não conseguiram êxito em aumentar a produção de alimentos suficientes para o sustento de todos os seres humanos.
e) Confirma a tese demográfica reformista que defende o controle de natalidade somente das nações mais pobres.

Gabarito e comentários
1- 
Comentário:O abismo crescente entre as nações desenvolvidas e o mundo subdesenvolvido é uma das consequências mais plausíveis do processo de globalização em curso. Ele provoca a exclusão de grande parte dos habitantes do planeta ao acesso a bens e a novas tecnologias produzidas, e pode ser atestado pelo crescente número de conflitos em diversas regiões do planeta e no crescente fluxo de imigrantes ilegais das áreas mais pobres em direção às nações ricas do Hemisfério Norte.


Resposta: C
2- 
Comentário:As novas redes de comunicação baseadas principalmente na telemática (junção das telecomunicações e da informática), permitiram o surgimento dos fluxos crescentes de informações em tempo real dentro do chamado sistema on-line, o que nos permite dizer que estamos inseridos dentro de uma aldeia global, onde, através das novas mídias, milhões de indivíduos acabam tendo acesso às mesmas informações ao mesmo tempo.


Resposta: B
3- 
Comentário:Muito embora o Brasil se encontre na chamada transição demográfica com o crescente envelhecimento da população, tal fenômeno ainda não alcançou os índices das nações mais desenvolvidas, onde a mortalidade entre os indivíduos da terceira idade já começa a aumentar. Portanto, o aumento da mortandade entre os mais velhos ainda não é um fator explicativo para o decréscimo no ritmo de crescimento das populações metropolitanas.


Resposta: D
4- 
Comentário:A fuga de empresas das regiões metropolitanas é um fenômeno mundial em função dos fatores de desindustrialização dessas áreas, enumerados nas demais alternativas dessa mesma questão. As principais metrópoles mundiais já se encontram num processo chamado de terciarização em função do crescimento das atividades ligadas aos setores financeiro, administrativos, contábeis, culturais, de turismo, lazer e pesquisa, entre outros.


Resposta: E
5- 
Comentário:O subemprego ou informalidade é um fenômeno que cresce principalmente nas grandes cidades das nações subdesenvolvidas ou mesmo emergentes em função do intenso êxodo rural das últimas décadas, que não foi acompanhado do surgimento do número correspondente de vagas de trabalho nos setores industriais e de serviços. Isso acabou condenando grande número de indivíduos às atividades temporárias sem vínculos empregatícios, ou seja, informalidade ou subemprego. Esse fenômeno também é conhecido como hipertrofia do setor terciário.


Resposta: C
6- 
Comentário:A expansão da nova fronteira agrícola nas últimas décadas, provocou uma maior dinamização da economia regional atraindo fluxos de imigrantes de outras regiões e o início de um incipiente processo de industrialização ligado principalmente ao processo de beneficiamento dos produtos agropecuários. Entenda claro aluno que tal processo industrial, ainda se encontra em estágio inicial mas trouxe consigo, um inevitável crescimento do setor de serviços nas grandes e médias cidades da região.


Resposta: B
7- 
Comentário:O crescimento da OTAN em relação ao Leste Europeu e a consequente adesão de antigos aliados do bloco soviético à essa organização militar fez com que os russos, a despeito dos protestos e apelos do ocidente, se tornassem fornecedores de urânio enriquecido para o programa nuclear iraniano. O temor das potências ocidentais é de que, de posse do combustível nuclear, o governo de Teerã, com forte retórica anti-Israel, acabe num futuro próximo dominando a tecnologia da produção do urânio enriquecido e consiga, dessa forma, chegar à produção de uma bomba atômica. O presidente Ahmadinejad já disse certa vez que se Israel pode ter suas bombas atômicas, os países árabes também teriam o mesmo direito. O temor de uma guerra nuclear no Oriente Médio assusta os organismos internacionais.


Resposta: E
8- 
Comentário:A melhoria das condições de vida de um país, ao assegurar mais fácil acesso aos serviços de saúde e educação, inevitavelmente, implicará em redução das taxas de crescimento demográfico. Em todas as nações onde o IDH melhorou de maneira significativa o crescimento natural da população declinou nas décadas subsequentes.


Resposta: E
9- 
Comentário:A parte ocidental, ou leste, do território chinês é formada por desertos e o sudoeste, pela Cordilheira do Himalaia, inviabilizando a prática agrícola em pelo menos 50% do território chinês, ao passo que a parte ocidental (litorânea), ocasionalmente, sofre com as enchentes e inundações dos excessos pluviométricos provocados pelo clima de monções.


Resposta: B
10- 
Comentário:A parte ocidental, ou leste, do território chinês é formada por desertos e o sudoeste, pela Cordilheira do Himalaia, inviabilizando a prática agrícola em pelo menos 50% do território chinês, ao passo que a parte ocidental (litorânea), ocasionalmente, sofre com as enchentes e inundações dos excessos pluviométricos provocados pelo clima de monções.


Resposta: B